terça-feira, 26 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
ATIVIDADE 1.5
Segundo Cócco (1996),
o erro torna as pessoas vulneráveis e é uma questão desconfortante, que cria
culpas e pecados, este clima de “culpa, castigo e medo, que tem sido um dos
elementos da configuração da prática docente, é um dos fatores que impedem a escola
e a sala de aula de serem um ambiente de alegria, satisfação (...), rapidamente
se enfastiam de tudo o que lá acontece e, mais que isso, temem o que acontece
no âmbito escolar” (LUCKESKI, 1998). Para compensar a culpa, normalmente há uma
complacência em relação a ele, ao mesmo tempo que há uma preocupação em não
cometê-lo. O erro opõe-se ao certo que é considerado verdadeiro e bom.
O
erro existe porque é imposto um padrão que deve ser seguido, então tudo que
foge deste padrão é considerado errado. Deste modo, os alunos investem seus
esforços em tentar alcançar os objetivos que são propostos pelo professor.
Do
ponto de vista Piagetiano, os conceitos são construídos num processo de
auto-regulação. Regulação é o conjunto de aspectos do processo segundo os quais
precisamos corrigir as coisas. Há um objetivo a ser alcançado e algumas ações
levam a esse objetivo; outras ações, aquelas que não levam ao objetivo, devem
ser repensadas e corrigidas. Assim, a preocupação maior não deve ser o erro, o que
importa é que o erro desencadeia o processo.
A
criança que erra está convivendo com uma hipótese de trabalho não adequada. Nem
por isso deixa de estar num momento evolutivo no processo de aquisição do
conhecimento, “os erros mostram o raciocínio da criança e são valiosos na hora
de planejar atividades” (ROVANI, 2007, p.40).
Ao
educador cabe diagnosticar o erro e, por meio dele, observar com transparência
o desenvolvimento de seu aluno. A partir dessa observação ele pode criar
conflitos para desestabilizar as certezas e hipóteses não adequadas que a
criança tem sobre determinado assunto e assim permitir seu desenvolvimento
cognitivo, isto significa que “os erros podem ser aproveitados pelo professor”
(ZÓBOLI, 1998, p.37).
Contudo ao me posicionar
sobre o erro, acredito que o erro faz parte da vida, e todos aprendemos com os
erros, assim também são os alunos ao errar e ter a oportunidade de corrigir
aprende realmente, e se sentem confiantes e capazes de construir o seu próprio
conhecimento.
E perante aos seus
equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado
assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que
descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma?
O conhecimento não esta pronto, ao mesmo tempo
em que ensino aprendo junto com meus alunos, como trabalho com o ensino
fundamental, dificilmente eles trazem algumas informação que ainda não conheço,
e mesmo assim indago-os sobre quaisquer conhecimento que possam ter relacionado
ao conteúdo a ser trabalhado, mas se
caso acontecer, aproveito toda informação, conhecimento do aluno para
enriquecer as aulas, que com certeza ficaria mais dinâmica, interessante, e
construiremos juntos o conhecimento de forma prazerosa, agradável e acima de
tudo com respeito mutuo.
domingo, 1 de setembro de 2013
sábado, 31 de agosto de 2013
Ola! Sou a professora Viviane, trabalho com o quarto ano do ensino fundamental na Escola Municipal Professora Sônia Teixeira Paiva, adoro minha turminha.
Estou participando do curso Ambiente Colaborativo de Aprendizagem, desta forma este blog tem por finalidade postar as atividades desenvolvidas durante o curso.
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